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Patrimónios Mundiais de Vila Nova de Foz Côa – Gravuras Rupestres e Alto Douro Vinhateiro - sinalizaram o 14 de Dezembro de 2017, na Presidência do Conselho de Ministros e na sessão evocativa do Alto Douro Vinhateiro, 16 Anos de Património Mundial.

 

 

A exposição "Vale do Côa: singularidades de um território", que está patente na Presidência do Conselho de Ministros, foi oficialmente inaugurada, ontem, pelas 10h, na presença do Conselho Directivo da Fundação Côa Parque, secretário-geral da PCM, autarcas do território do Parque Arqueológico do Vale do Côa, representantes das instituições que integram o Conselho Consultivo da Fundação Côa Parque e todos os membros do Governo de Portugal que, logo depois, reuniram em Conselho de Ministros. O Sr. Presidente da Camara, Gustavo Duarte, considerou esta iniciativa preponderante pelo facto de, para além do Museu do Côa se ter mostrado à Presidência do Conselho de Ministros, por outro lado, é uma forma eficaz de mostrar a todos os portugueses que as gravuras têm um valor incomensurável e que devem ser visitadas. 

 
Simultaneamente em Vila Real, a CCDR-N, através da Missão Douro e em parceria com o Município de Vila Real, a CIM do Douro e a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, decorria uma sessão evocativa ao Alto Douro Vinhateiro, 16 anos de Patrimónios. Perante uma plateia recheada de individualidades ligadas ao Douro e não só, evocou-se a importância do Douro, a sua territorialidade e sobretudo quais os constrangimentos que ela denota. Das intervenções proferidas salienta-se a Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo, referindo que o trabalho que está a ser realizado no Côa, é exemplo a seguir, fundamentalmente no campo da investigação e do conhecimento. 
 
A sessão evocativa serviu também para apresentar a iniciativa "SOMOS DOURO", com curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro, que levará à região em 2018 um conjunto de acções de índole cultural e artística com o objectivo de mobilizar os jovens da região. A iniciativa surge do repto lançado aquando a cerimónia dos 15 anos do ADV Património Mundial pelo mentor da candidatura à UNESCO, Miguel Cadilhe, também ele presente em Vila Real. O Vice-Presidente, João Paulo Sousa, aproveitou a oportunidade para sugerir à curadora da iniciativa – Anabela Mota Ribeiro - que, “ se no ano de 2018 se comemora o ano europeu do Património Cultural, e sendo o concelho de Foz Côa o único do país que tem dois patrimónios mundiais, fará todo o sentido que Foz Côa seja o epicentro cultural das sessões comemorativas”.  
 
Por fim, foi apresentada a publicação “10 Anos Prémio Arquitetura do Douro” pela Presidente da Seção Regional do Norte da Ordem dos Arquitetos, Cláudia Costa Santos. Trata-se de um portfólio de fotografias das obras que venceram o galardão, bem como das menções honrosas, do qual o concelho de Foz Côa em 5 edições, venceu por 3 vez.